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Ademílson, que será titular contra o Flu, lamenta chance perdida
em jogo ante o Sport
em jogo ante o Sport
O São Paulo começará partir de quinta-feira, às 21h, uma sequência de
adversários mais cascudos do que aqueles que já teve pela frente. Entre
os seis primeiros colocados do Brasileiro, o time do Morumbi foi o que
mais enfrentou equipes da rabeira da tabela. Da segunda rodada até a que
terminou no último domingo, o São Paulo teve 13 jogos e sete rivais que
estavam ameaçados pelo rebaixamento na rodada do confronto.
TABELA AMIGA: ADVERSÁRIOS DOS LÍDERES QUE JOGARAM PERTO DO Z-4
| Times | (últimas 13 rodadas) |
| 1º - Atlético-MG | |
| 2º - Vasco | |
| 3º - Fluminense | |
| 4º - Grêmio | |
| 5º - Internacional | |
| 6º - São Paulo |
Os concorrentes diretos do tricolor na parte de cima da tabela tiveram
menos facilidade e enfrentaram adversários mais duros. Contra os
ameaçados pelo rebaixamento, o São Paulo conseguiu se dar bem e arrancou
deles 16 pontos dos 21 possíveis. Só perdeu para o Atlético-GO e
empatou com o Palmeiras (ambos eram vice-lanternas na rodada que
duelaram com o São Paulo).
Depois de ter enfrentado os rivais mais frágeis, o time de Ney Franco
terá pela frente adversários duros, concorrentes diretos pelas posições
mais altas do campeonato. Depois do Fluminense (atual terceiro) em São
Januário, o time pegará o Grêmio (quarto), Náutico (11º), Ponte Preta
(9º) e Corinthians (10º) para fechar o primeiro turno.
Atento à sequência difícil, o goleiro Rogério Ceni já admitiu que os
próximos adversários são melhores que a equipe tricolor. “Mas não
podemos deixar isso nos impedir de tentar buscar pontos no Rio”, afirmou
o goleiro após a vitória suada contra o Sport, no domingo.
O volante Denilson seguiu a mesma linha ao analisar os futuros
desafios. “Temos duas pedreiras pela frente. Jogos importantíssimos.
Grêmio e Fluminense têm bons times e estão lá em cima na tabela.
Pensamos um jogo de cada vez e precisamos conseguir os três pontos em
São Januário”, afirmou o jogador.
A parte mais tranquila da tabela coincidiu com a revigorada pela qual o
elenco passou com a chegada do técnico Ney Franco. Para os jogadores a
confiança aumentou após as três últimas vitórias, pelo Brasileiro e pela
Copa Sul-Americana. Esse fator psicológico pode ser fundamental diante
dos momentos mais difíceis que certamente virão.
Fonte: UOL Esporte

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